Bom meus amigos, peço desculpas por ter me afastado, mas culpo o trabalho em excesso por isso.
Não dá para retomar o tempo perdido, mas podemos seguir em frente e avançar em nossas fantasias e desejos.
Muito bem, vamos continuar de onde parei. Se vc ainda não leu os posts anteriores, sugiro que o faça antes de continuar a ler o que escrevo abaixo.
Quando olhei para a porta da cabine entreaberta, a mulher que estava coma àbeça para fora, sumiu por um instante retornando em seguida.
Aproximei-me e a cumprimentei. Recebi um sorriso em retribuição.
Perguntei se ela precisava de ajuda, ela então me respondeu que estava esperando uma mulher que havia prometido vir à cabine. Olhei para os lados e só vi a mulher que havia me indicado à porta, voltei-me para ela e disse-lhe:
- Bom não há ninguém aqui além de mim, será que eu não posso ajudá-la?
Ela sorriu novamente e me deixou a porta entreaberta, como um convite. Assim que entrei, me deparei com um homem ao estilo caminhoneiro, bem rústico e com ar de bravo.
Levei um susto no início, mas me recompus rapidamente.
Sem dizer uma só palavra, ela que estava realmente nua, passou a fazer uma chupeta para o camarada. Eu não me fiz de rogado, e rapidamente tirei a roupa. Neste meio tempo ela já havia feito o homem sentar-se em um minúsculo sofá que havia na cabine, e eu passei a sugar sua buceta por traz, já que ela chupava o cara com as penas esticadas e com o delicioso rabinho para cima.
A sua bunda era grande é muito gostosa, com formas redondas e pele lisa, era uma delícia acariciar. Sua buceta estava semi depilada, com um pequeno tufo de pelo na parte superior, o que deixava os grandes lábios livres para a minha língua passear.
Suguei sua buceta ajoelhado, não deixando que ela ficasse sem atenção por um segundo se quer.
Passei a penetra-la primeiro com um dedo, depois dois e simultaneamente lania seu cuzinho que parecia piscar a cada uma das lambida que eu dava nele.
Explorei bastante esta posição até que ela gozou gostoso, chegando a dobrar os joelhos e jogar seu peso sobre o meu rosto que teimava em não sair da sua buceta.
Então levantei-me com a firme intensão de penetra-la, e como ela percebeu virou-se e perguntou se eu tinha camisinha.
Santa esperteza a minha em ter ajudado aquele casal no início das brincadeiras, e por sorte lá estava ela dentro do bolso da minha calça.
Mostrei-lhe o pacotinho preto, e ela então sorriu e continuou a sugar a caceta do seu companheiro.
Vesti o menino e procurei aquela entradinha quente e úmida que como se implorasse ser penetrada, rebola no vazio da pequena sala.
Posicionei meu membro na entrada da gruta e empurrei-o devagar até que as minhas bolas tocassem suas coxas. Ela soltou um suspiro e voltando a cabeça na minha direção sorriu.
Comecei um vai e vem frenético e ela começou a rebolar como uma louca, e com movimentos sincronizados penetrava cada vez com mais força aquela buceta que já muito lubrificada, deixava escorrer seus fluído pelas coxas.
Ela gozou mais uma vez!!!
Desta vez assim que acabou de gozar fez sinal ao seu par para que se levantasse e pediu para eu sentar.
Logo que sentei, ela veio por cima de mim e começou a cavalgar, subindo e descendo na minha rola como se quisesse a engolir inteira pela buceta, com movimentos cada vez mais fortes.
Neste momento vendo-a mais liberta e desta vez pela frente, pude então visualizar seu rosto e seu corpo, que até aquele momento ainda não tinha visto com detalhes.
Ela era uma morena de estatura média, seios firmes e grandes, mas que mostrava já algum sinal dos anos. Tinha uma barriguinha já saliente, mas nada de depusesse contra aquela mulher formosa e gostosa, afinal a idade chega a todos nós, e o corpoinho de miss não perdura para sempre.
Me passou ainda mais a impressão de ser uma mulher daquelas bem comuns que a gente vê na rua todo dia, e na vida atribulada que temos não paramos para admirar.
Cavalgando ela emitia gemidos longos e tremia sobre o meu corpo, o que me causou uma sensação de tesão muito extrema e envolvente.
Em um dado momento, ela saiu de cima e me puxou mais para baixo, fazendo minha cintura sair do sofá. Fiquei apenas apoiado pelas costas, a partir do cox.
Ela voltou a cavalgar, mas desta vez, debruçou-se sobre mim, erguendo então aquela bunda maravilhosa.
Seu companheiro então veio por traz e a penetrou no anus.
Eu já havia participado de uma Dupla Penetração antes, mas não espera conseguir isso tão rápido novamente.
Senti seu membro forçar a entrada no rabinho dela, e pude sentir o vai e vem do pau dela dentro daquele cuzinho que eu já havia lubrificado com minha língua antes.
Começamos os dois movimentos de entra e sai, vem e vai, ele de pé e eu deitado.
Ela estava sendo penetrada na buceta e no rabinho simultaneamente e delirava, gritava, gemia, urrava de tesão. Enquanto eu socava a rola naquela buceta, podia sentir o pau dele entrar e sair e ele provavelmente sentia o meu também.
Ficamos ali por um bom tempo, e então ela levantou o corpo e me deixou chupar aqueles peitos fantásticos, com bicos duros e estumecidos.
Eu a chupava com força e ela apertava com a mão minha cabeça contra os seios, até que ela gozou mais uma vez.
O companheiro dela gozou logo em seguida tirando a rola do rabinho e gozando nas costas morenas. Não agüentava mais de tesão e na hora de gozar, tirei meu pau para fora daquela buceta quente e arranquei a camisinha. Ela se ajoelhou e terminou o serviço com uma chupeta gostosa, deixando minha porra escorrer pelos cantos da boca e cair nos seios.
Minhas pernas ficaram abaladas por um tempo, e assim que conseguimos respirar nos limpamos, nos vestimos e nos despedimos, saindo da cabine em seguida.
Nesta hora pude observar que várias pessoas nos observavam com olhares curiosos e então percebi que fizemos muito barulho (rssss...)!
Voltei para a minha mesa e contei o que havia me sucedido a minha companheira de aventura e ela ficou surpresa com a minha sorte de principiante.
Ficamos mais alguns minutos conversando para que eu pudesse me recompor.
Que noite!!!