Blog do Thor_brsp

outubro 26, 2006

Descupem-me

Pessoal, estoumuito sumido, mas tenho meus motivos. Trabalho, problemas de saúde, mas não esqueço de vcs um só minuto. Mesmo não respondendo a todos, vez ou outra passo por aqui para ver o que me contaram de bom e os comentários que fizeram e agradeço a todos sem excessão pelo carinho. Um grande beijo a todas as minhas amigas e um forte abraço àqueles amigos inseparáveis. Thor

setembro 23, 2006

Primeira experiência - parte VI

Bom meus amigos, peço desculpas por ter me afastado, mas culpo o trabalho em excesso por isso.

Não dá para retomar o tempo perdido, mas podemos seguir em frente e avançar em nossas fantasias e desejos.

Muito bem, vamos continuar de onde parei. Se vc ainda não leu os posts anteriores, sugiro que o faça antes de continuar a ler o que escrevo abaixo.

Quando olhei para a porta da cabine entreaberta, a mulher que estava coma àbeça para fora, sumiu por um instante retornando em seguida.

Aproximei-me e a cumprimentei. Recebi um sorriso em retribuição.

Perguntei se ela precisava de ajuda, ela então me respondeu que estava esperando uma mulher que havia prometido vir à cabine. Olhei para os lados e só vi a mulher que havia me indicado à porta, voltei-me para ela e disse-lhe:

- Bom não há ninguém aqui além de mim, será que eu não posso ajudá-la?

Ela sorriu novamente e me deixou a porta entreaberta, como um convite. Assim que entrei, me deparei com um homem ao estilo caminhoneiro, bem rústico e com ar de bravo.

Levei um susto no início, mas me recompus rapidamente.

Sem dizer uma só palavra, ela que estava realmente nua, passou a fazer uma chupeta para o camarada. Eu não me fiz de rogado, e rapidamente tirei a roupa. Neste meio tempo ela já havia feito o homem sentar-se em um minúsculo sofá que havia na cabine, e eu passei a sugar sua buceta por traz, já que ela chupava o cara com as penas esticadas e com o delicioso rabinho para cima.

A sua bunda era grande é muito gostosa, com formas redondas e pele lisa, era uma delícia acariciar. Sua buceta estava semi depilada, com um pequeno tufo de pelo na parte superior, o que deixava os grandes lábios livres para a minha língua passear.

Suguei sua buceta ajoelhado, não deixando que ela ficasse sem atenção por um segundo se quer.

Passei a penetra-la primeiro com um dedo, depois dois e simultaneamente lania seu cuzinho que parecia piscar a cada uma das lambida que eu dava nele.

Explorei bastante esta posição até que ela gozou gostoso, chegando a dobrar os joelhos e jogar seu peso sobre o meu rosto que teimava em não sair da sua buceta.

Então levantei-me com a firme intensão de penetra-la, e como ela percebeu virou-se e perguntou se eu tinha camisinha.

Santa esperteza a minha em ter ajudado aquele casal no início das brincadeiras, e por sorte lá estava ela dentro do bolso da minha calça.

Mostrei-lhe o pacotinho preto, e ela então sorriu e continuou a sugar a caceta do seu companheiro.

Vesti o menino e procurei aquela entradinha quente e úmida que como se implorasse ser penetrada, rebola no vazio da pequena sala.

Posicionei meu membro na entrada da gruta e empurrei-o devagar até que as minhas bolas tocassem suas coxas. Ela soltou um suspiro e voltando a cabeça na minha direção sorriu.

Comecei um vai e vem frenético e ela começou a rebolar como uma louca, e com movimentos sincronizados penetrava cada vez com mais força aquela buceta que já muito lubrificada, deixava escorrer seus fluído pelas coxas.

Ela gozou mais uma vez!!!

Desta vez assim que acabou de gozar fez sinal ao seu par para que se levantasse e pediu para eu sentar.

Logo que sentei, ela veio por cima de mim e começou a cavalgar, subindo e descendo na minha rola como se quisesse a engolir inteira pela buceta, com movimentos cada vez mais fortes.

Neste momento vendo-a mais liberta e desta vez pela frente, pude então visualizar seu rosto e seu corpo, que até aquele momento ainda não tinha visto com detalhes.

Ela era uma morena de estatura média, seios firmes e grandes, mas que mostrava já algum sinal dos anos. Tinha uma barriguinha já saliente, mas nada de depusesse contra aquela mulher formosa e gostosa, afinal a idade chega a todos nós, e o corpoinho de miss não perdura para sempre.

Me passou ainda mais a impressão de ser uma mulher daquelas bem comuns que a gente vê na rua todo dia, e na vida atribulada que temos não paramos para admirar.

Cavalgando ela emitia gemidos longos e tremia sobre o meu corpo, o que me causou uma sensação de tesão muito extrema e envolvente.

Em um dado momento, ela saiu de cima e me puxou mais para baixo, fazendo minha cintura sair do sofá. Fiquei apenas apoiado pelas costas, a partir do cox.

Ela voltou a cavalgar, mas desta vez, debruçou-se sobre mim, erguendo então aquela bunda maravilhosa. Seu companheiro então veio por traz e a penetrou no anus.

Eu já havia participado de uma Dupla Penetração antes, mas não espera conseguir isso tão rápido novamente.

Senti seu membro forçar a entrada no rabinho dela, e pude sentir o vai e vem do pau dela dentro daquele cuzinho que eu já havia lubrificado com minha língua antes.

Começamos os dois movimentos de entra e sai, vem e vai, ele de pé e eu deitado.

Ela estava sendo penetrada na buceta e no rabinho simultaneamente e delirava, gritava, gemia, urrava de tesão. Enquanto eu socava a rola naquela buceta, podia sentir o pau dele entrar e sair e ele provavelmente sentia o meu também.

Ficamos ali por um bom tempo, e então ela levantou o corpo e me deixou chupar aqueles peitos fantásticos, com bicos duros e estumecidos.

Eu a chupava com força e ela apertava com a mão minha cabeça contra os seios, até que ela gozou mais uma vez.

O companheiro dela gozou logo em seguida tirando a rola do rabinho e gozando nas costas morenas. Não agüentava mais de tesão e na hora de gozar, tirei meu pau para fora daquela buceta quente e arranquei a camisinha. Ela se ajoelhou e terminou o serviço com uma chupeta gostosa, deixando minha porra escorrer pelos cantos da boca e cair nos seios.

Minhas pernas ficaram abaladas por um tempo, e assim que conseguimos respirar nos limpamos, nos vestimos e nos despedimos, saindo da cabine em seguida.

Nesta hora pude observar que várias pessoas nos observavam com olhares curiosos e então percebi que fizemos muito barulho (rssss...)!

Voltei para a minha mesa e contei o que havia me sucedido a minha companheira de aventura e ela ficou surpresa com a minha sorte de principiante.

Ficamos mais alguns minutos conversando para que eu pudesse me recompor.

Que noite!!!

agosto 28, 2006

Primeira Experiência - parte V

Depois de uma outra pausa na sala maior, onde esta o bar e a pista de dança, fui a caça de aventuras novamente. Em uma das salas menores, existe aquilo que eles chamam de cabines individuais, lugar pequeno escuro, com algumas cabines, que na verdade são placas de madeira, que dividem pequenos espaços, umas com porta, outras não.

O mais interessante destas cabines é a presença de buracos nas paredes, que tem o intuito de proporcionar a quem esta de fora o acesso por tato às pessoas que estão dentro, quando as portas estão fechadas. Vale lembrar que estes buracos só são abertos que quem esta dentro permitir.

Pois bem, quando chequei ao ambiente, vi uma moça que bisbilhotava através de uma cortina escura, e como minha curiosidade era grande, fui até lá para ver o que ela estava olhando com tanta atenção.

Lá havia um cara, que introduzindo as mãos por um dos orifícios fazia caretas mil, sabe-se lá por causa do que. Olhei para a garota que não parecia ter mais que 18 anos, na verdade aparentava até menos, e a convidei para brincar um pouco ali mesmo. Ela recusou, e me disse que só queria olhar.

Entrei na cabine e sentei-me em um sofá, dividindo o espaço com o outro cara. Enquanto ele brincava do lado esquerdo da cabine (estávamos na cabine central, bem no meio de outras duas) e coloquei uma das mãos por um outro buraco do lado direito, na outra cabine.

Para a minha surpresa havia lá uma mulher, já semi nua, que me deixou acariciar seu corpo, me proporcionando agradáveis surpresas. Uma dela foi perceber através das roupas que ela usava, que se tratava da amiga da Flávia (lembra do noivo que ficou furioso), o que me deixou mais excitado. Brinquei com seus seios ainda cobertos pela blusa de laçinho, ao estilo tomara que caia, e depois alisei sua bucetinha, com a mão ainda sobre a calcinha. Quando eu já me preparava para introduzir minha mão dentro da calcinha, fui impedido pelas mãos dela. Como não conseguia ver o que estava acontecendo lá dentro, e respeitando as regras de que quando um não quer o outro não faz, esperei pelo desfecho da situação.

Neste meio tempo o rapaz ao meu lado foi embora, e só ficou a moça olhando pela cortina.

Nessas saiu uma mão feminina pelo buraco, e os papéis se inverteram, e ela passou a explorar meu corpo. Abriu minha camisa, alisou o meu peito, e desceu até as minhas partes intimas, abrindo o zíper da minha calça e acariciando meu pau sobre a cueca. Colocando-o para fora, começou a me masturbar, com movimentos deliciosos, e fiquei louco com a maciez da mão e com o fato de a garota da porta estar olhando tudo isso.

Foi uma sensação de exibicionismo que até então eu não havia experimentado. Mas eu não queria gozar assim, queria mais, e novamente chamei a garota da porta, e ela novamente recusou. Tentei falar com a garota da cabine do lado, mas ela não respondeu e parou de me masturbar. Coloquei novamente minha mão no buraco e agora com a sua autorização passei a acariciar sua bucetinha, que pude perceber tinha só um tufinho de pelos na parte superior, e um grelo grande e gostoso de acariciar.

Coloquei um dedo dentro da vagina, que estava quente e muito úmida, e a levei ao orgasmo, cujos sons me deixaram ainda mais doido.

Saí da cabine louco, meu pau latejava e foi então que vi outra mulher, sentada em um outro canto da sala, sozinha.

Me aproximei dela e tentei conversar, mas ela me disse que não estava participando, estava apenas acompanhando um amigo, mas ao mesmo tempo me apontou uma outra cabine, onde havia uma mulher com a porta entreaberta só com a cabeça à mostra como se estivesse nua (na verdade estava), mas que vai ficar para outra parte da narrativa.

agosto 11, 2006

Meus amigos!!!

Pessoal fiquei afatado por um tempo pelo trabalho e depois por um problema médico, que já foi resolvido. Prometo que na semana que vem volto a postar e a continuar meus relatos sobre a casa e as aventuras vividas. Tenho uma pergunta a VCs. Já me disseram que as fotos que uso para ilustrar meus relatos às vezes são um pouco ofensivas e talves um pouco fortes demais. Vcs também acham isso??? Devo Mudar???

julho 29, 2006

Primeira Experiência - Parte IV

Depois dessa minha investida nas salas da casa, fiquei um pouco ao lado da minha companheira, porque estava na hora do show erótico. Um casal, adentrando a sala, parou sobre a pista e as luzes se apagaram, deixando apenas uma luz negra, que mostrava apenas roupas se movendo, branco principalmente, o que dava ao lugar um ar místico e diferente.

Começou a dança e conforme a performance do casal ia desenvolvendo, cada vez mais luzes se ascendiam e cada vez menos peças de roupas os dois portavam, até que quando a sala se iluminou, os dois passaram a transar na frente da platéia, o que arrancou vários gritos histéricos das mulheres e berros dos marmanjos. Eram gritos inflamados, cheios de tesão e as vezes palavras de ordem, como por exemplo: “fode este rabo”, “mete nesta buceta” e coisas do tipo.

Algumas mulheres que estavam à frente do placo, subiram e começaram a participar da festinha. O clima esquentou demais e percebendo isso, e o descontrole que estava para acontecer, o DJ interrompeu o show, agradeceu a todos, e pediu que voltassem todos a seus lugares.

Já haviam se passado alguns minutos, e já estávamos lá pelas 02hs da manhã. Levantei novamente e deixei minha companheira conversando com um casal da mesa ao lado.

Chegando a sala principal me deparei com um casal trepando alucinadamente, e uma garota sentada ao lado, toda comportada e vestida, apenas observando. Como a sala estava vazia, sentei-me ao lado da garota com o intuito de tentar arrasta-la para uma sala ou mesmo transar com ela ali mesmo. Ela disse que não estava disposta, e que tinha de tomar conta da amiga que continuava a gritar e sentar na rola do camarada.

Mesmo não participando da brincadeira, fiquei por ali apreciando os dois se enroscando. Ela era uma mulher de estatura mediana, morena, cabelos compridos, lisos, bunda redondinha, seios médios, boca carnuda, uma verdadeira máquina de fazer sexo. Ela subia e descia, virava, uivava, gritava, xingava e sobretudo trepava com gosto.

Foi então, que para a minha surpresa, apareceu um camarada, sabe-se lá de onde, e com um ar de bravo, fazendo cara feia, gritou:

“- Porra Flavia, você ta trepando de novo!!!

- Assim você vai dar para todo mundo nesta merda!!!”

Dizendo isso, virou as costas e foi embora. A garota que pageava a amiga caiu na gargalhada, assim como eu também. Então ela me olhou, e só me disse:

- Deixa eu levar essa louca daqui antes que o noivo dela arrume encrenca com alguém, e acabada a trepada, fez a amiga se recompor parcialmente, e mesmo ainda meio desnuda, arrastou a amiga pelas mãos para fora da sala.

Eu por minha vez, retornei a sala principal e não encontrando minha companheira, pedi mais um drink e fiquei observando ao meu redor.

Continua...

Sentimento

Esta postagem foge um pouco das postagens que eu venho colocando aqui no Blog, mas é uma mensagem especial para uma pessoal especial.

Não vou citar nome, nem vou falar da pessoa para as quais as palavras a seguir são direcionadas, mas ela com certeza vai saber que é para ela.

um grande beijo a todos e um ótimo final de semana.

Para você minha "amiga" querida digo o seguinte:

" Para lembrar de vc não é preciso fotos, não é preciso falar, não é preciso ver ou mesmo ouvir, apenas sentir o coração bater e o pulsar do meu coração.

Lógico que fotos ajudam, falar aproxima e ver enriquesse o meu dia, mas tudo isso junto nada valeria se eu realmente não gostasse de você." Thor

julho 26, 2006

Pausa para o meu horóscopo

Olha, é bom deixar bem claro que eu não acredito em horóscopo, porque acho tudo isso uma tremenda balela. O pessoal diz coisas genéricas, que ocorrem todo dia com todo mundo e alguns tomam isso como regra para viver suas vidas. Para mim isso não vale!

Mas hoje, excepcionalmente, abrindo uma página da internet me deparei com um link para o horóscopo do dia. Como não havia muito o que fazer, e aproveitando que sou um curioso nato, fui ao link e li o seguinte:

Se a fantasia está pedindo passagem, então deixe rolar. Em sua tenda de imagem e ação, tudo vira cinema, mil e uma noites se multiplicam em plena luz do dia. Na dança dos véus, você se revela e se redescobre, levando o outro a se descobrir também. Que belo filme, não é, peixinho? E isso que a história recém começou...

Muito interessante essa abordagem. Se é sério ou não esse negócio de horóscopo, dessa vez o genérico foi bem positivo!

julho 23, 2006

Vamos sentar para conversar?

Aqueles que não gostam de parar, sentar e conversar não sabem o que deixam de aproveitar da vida. Nós que apenas passamos pelos caminhos vez ou outra, podemos apenas apreciar estes momentos.